Documentário traz de volta a saudosa TV Manchete - Confira o Teaser

sábado, 25 de junho de 2011

Mistura de chihuahua, 'Yoda' vence como cão mais feio nos EUA

Notícia da coluna Planeta Bizarro do G1

Mistura de chihuahua, 'Yoda' vence como cão mais feio nos EUA


'Yoda' posa com troféu após sua vitória na edição de 2011 do Concurso de Cão Mais Feio do Mundo em Petaluma, na Califórnia, na sexta-feira (24). Sua raça é o resultado do cruzamento entre um chihuahua e um cão cristado chinês. Além do troféu, o cão garant (Foto: Noah Berger/AP)'Yoda' posa com troféu após sua vitória na edição de 2011 do Concurso de Cão Mais Feio do Mundo em Petaluma, na Califórnia, na sexta-feira (24). Sua raça é o resultado do cruzamento entre um chihuahua e um cão cristado chinês. Além do troféu, o cão garantiu ao dono um prêmio de US$ 1 mil e diversos produtos caninos. (Foto: Noah Berger/AP)
'Hercules', um cão da raça pug de 15 anos de idade e cego de um olho, foi um forte concorrente (Foto: Noah Berger/AP)'Hercules', um cão da raça pug de 15 anos de idade e cego de um olho, foi um forte concorrente (Foto: Noah Berger/AP)
'Hector' (dir.) e 'Icky', dois cães cristados chineses, também foram vencidos pela (falta de) beleza de 'Yoda' (Foto: Noah Berger/AP)'Hector' (dir.) e 'Icky', dois cães cristados chineses, também foram vencidos pela (falta de) beleza de 'Yoda' (Foto: Noah Berger/AP)

domingo, 19 de junho de 2011

Operário fica ferido após explosão de bueiro na Tijuca

Notícia do G1

Segundo a polícia, ele teve 40% do corpo queimado. Light informou apenas que houve 'uma ocorrência na rede subterrânea'.

Bueiro explode na Tijuca (Foto: Rodrigo Mattar/VC no G1)

Um operário ficou ferido depois que um bueiro explodiu por volta das 5h deste domingo (19), na Rua Conde de Bonfim, na Tijuca, na Zona Norte do Rio. Segundo o delegado-adjunto Leonardo Luís Macharet, da 19ª DP (Tijuca), a vítima estava trabalhando num bueiro da Light no momento do acidente. Com 40% do corpo queimado, o operário foi levado para o Hospital do Andaraí, também na Zona Norte.

O internauta Rodrigo Mattar enviou a foto do local do acidente pelo VC no G1.

Ainda segundo o delegado, peritos foram ao local para verificar o que causou a explosão.

Procurada pelo G1, a assessoria da Light disse que a única informação que tem é que houve "uma ocorrência na rede subterrânea".

terça-feira, 7 de junho de 2011

“DIGITADORES DE LUXO”

Fim da obrigatoriedade do diploma em jornalismo completa dois anos
Fernando Borges

Por oito votos a um, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram na sessão de 17 de junho de 2009 que o diploma de jornalismo não era mais obrigatório para exercer a profissão. O tema ainda gera muita polêmica no meio acadêmico, porém estudantes tem se mostrado confiantes quando o assunto é mercado de trabalho.
A questão da obrigatoriedade do diploma já vem sendo debatida há muito tempo. Um dos motivos da discussão é o aumento de cursos na área e a perda de qualidade na formação do aluno. Segundo o Ministério da Educação e Cultura (MEC), em 1990 eram 100 os cursos de comunicação com habilitação em jornalismo em todo o Brasil, hoje esse número ultrapassa 400. Para Mirna Tonus, professora de jornalismo da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e vice-presidente do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ), o boom nos cursos de comunicação enfraqueceu os conhecimentos teóricos, profissionais e éticos dos jornalistas formados:
“Eu sou a favor do diploma, mas não pelo diploma em si, pois é preciso de discussão em sala de aula para que o profissional seja ponderado e observe o poder de suas decisões. Senão todos os formados acabarão sendo meros digitadores de luxo”, disse durante o V Encontro de Professores de Jornalismo, realizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) no dia 27 de maio.
Já para Leonel Azevedo de Aguiar, coordenador do curso de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio), é preciso uma qualificação adequada para o jornalista conseguir se inserir no mercado de trabalho.
“A formação nunca termina: é preciso se especializar e se atualizar o tempo todo”, diz.
Estudantes tem se mostrado confiantes em relação ao assunto. Thalita Hora, aluna do 5° período de jornalismo da UERJ, acredita que “os sem-diplomas” não tomarão sua vaga no mercado de trabalho quando formada:
“Qualidade ainda é melhor que quantidade, principalmente quando estamos falando de jornalismo”.
No entanto, recém graduados tem outra visão sobre o fim da exigência do diploma. Luis Costa, formado há um ano pela PUC-Rio, é a favor do fim da obrigatoriedade. Para ele, que atualmente trabalha na assessoria de imprensa do Instituto Federal do Rio de Janeiro, a faculdade de comunicação traz sim uma formação humanística, mas essa também é adquirida em cursos como história e economia.
“O que fará uma pessoa ser ou não jornalista é sua paixão em buscar a notícia”, explica.
Já a técnica-administrativa, Juliana Calmon, formada há um ano e meio pela Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA), é a favor de que o diploma volte a ser exigido:
“O próprio governo é favorável à obrigatoriedade. Quase todos os editais de concursos públicos fazem a exigência do diploma”.
Os deputados de Alagoas tiveram a mesma opinião de Juliana, quando por unanimidade (21 votos), o plenário da Assembléia Legislativa do estado derrubou no dia 10 de maio, o veto governamental ao projeto de lei que proibia a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista em repartições públicas do estado.
O projeto de lei, de autoria do deputado Judson Cabral (PT), foi aprovado também por unanimidade pelos deputados no ano passado.