Documentário traz de volta a saudosa TV Manchete - Confira o Teaser
terça-feira, 9 de junho de 2009
ENTREVISTA FEITA POR MIM COM MINHA PRIMA JULIANA
CRÉDITOS
ENTREVISTADA: JULIANA RAQUEL DA SILVA
CÂMERA GIRL: GABI BORGES
E O RESTO: FERNANDO HUMBERTO RAQUEL BORGES
10 atitudes para navegar com as crianças na internet
2.Converse, sempre. Proibir não educa e nem previne nada. E diga ao seu filho para avisá-lo caso ele perceba algo estranho em sites ou comunidades que visita. Não tenha vergonha de perguntar quais são os endereços por onde ele navega;
3.Espionar ou gravar tudo o que seus filhos fazem não é uma boa saída. Programas de filtro de conteúdo podem ajudar, mas o diálogo aberto sobre como, quando e com quem usar a internet continua sendo responsabilidade dos pais. Lembre-se: os programas podem funcionar bem em casa, mas as crianças também acessam a internet em lan houses, nas escolas ou em casas de amigos;
4.Assim como diz para seus filhos não conversarem com estranhos na rua, a mesma orientação vale para a rede. Diga a eles para não falar e nem aceitar algo (como fotos ou vídeos) de quem não conhecem;
5.Explique a seus filhos que nem tudo o que se diz em comunidades é verdade. Protegido por um avatar, qualquer um pode mentir a idade ou intenção;
6.Também vale orientar as crianças a não exibirem nome completo, endereço, telefone, nome da escola ou dos parentes em comunidades virtuais - e nem passar esses dados em chats. Outra coisa importante: diga que a criança não deve usar o nome verdadeiro em jogos, chats, e-mails ou sites de relacionamento;
7.Coloque-se sempre à disposição para que seus filhos peçam ajuda quando se sentirem ameaçados ou receberem conteúdos impróprios online;
8.Os pais devem estar ao lado no momento em que as crianças estão brincando e, o mais importante, devem se familiarizar com esse mundo virtual. Se você não sabe usar o computador nem navegar na internet, aproveite para aprender junto com seus filhos. Você vai ver como é importante - e como é mais fácil - entender o que as crianças fazem, com quem conversam e o que divulgam na internet;
9.Estabeleça horários para que seu filho navegue. Em algumas comunidades há como fixar o número de horas e o período em que a criança estará online. E não adianta só tirá-la da frente do computador: ofereça outras atividades, como passear no parque, cozinhar junto com ele ou chamar os amigos para brincar em casa;
10.Sempre que testemunhar algo que viole os Direitos Humanos ou ameace seus filhos denuncie e procure as autoridades. Se tiver dúvidas, envie um e-mail para prevencao@safernet.org.br.
Fonte: Site da Ong Safernet
Batalhas de 'God of war 3' marcam presença da Sony na E3
História narra a luta do espartano Kratos contra deuses gregos.
'God of war 3' é o capítulo final da trilogia de Kratos na plataforma PlayStation. O jogo combina batalhas épicas com temas da mitologia grega
A Sony apresentou nesta terça-feira (2) um dos jogos mais aguardados do PlayStation 3 desde a E3 de 2008. "God of war 3", game que combina batalhas épicas com mitologia grega, foi exibido e ganhou data oficial de lançamento: março de 2010.
A série conta a história de Kratos, guerreiro espartano que, a pedido da deusa Athena, parte para matar Ares, deus da guerra na mitologia grega. É o começo de uma grande aventura, com batalhas épicas e caráter de superprodução dos games.
Na breve demonstração da E3 é possível ver que "God of war 3" mantém as características que tornaram a série sucesso de crítica e público. Combates intensos, dinâmica de jogo fluida e inimigos que variam de um pobre esqueleto até deuses gigantescos em cenários apocalípticos.
"God of war" foi lançado em 2005 para o PlayStation 2, e teve continuação em 2007. Em 2008, as batalhas do guerreiro Kratos foram adaptadas para o portátil PSP em "God of war: chains of Olympus". A franquia também ganhou uma versão para celulares: "God of war: betrayal".
Tudo começou quando o mortal Kratos teve uma boa ideia: entrou em guerra contra o... deus da guerra
Sequências de golpes, cenas violentas e confrontos com seres gigantescos são algumas das marcas registradas da série
A regra em 'God of war' é clara: Kratos contra todos, mas sem impedimentos
Você está preparado para ter um cão de estimação?
Yorkshire, pinscher, labrador, fila, poodle, cocker. Você sabe escolher qual raça se adapta melhor ao seu estilo de vida e ao que você espera de um animalzinho de estimação? Para quem tem e cuida de um cão pode parecer absurdo, mas é cada vez maior o número de pessoas que compram ou adotam um cachorro e depois o abandonam.
Segundo pesquisa do Instituto de Proteção aos Animais do Brasil (IPAB), o Brasil possui 5 milhões de animais de estimação. Só na cidade de São Paulo, existe 1,3 milhão de cães, o equivalente a um por oito habitantes. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para controle do risco de doenças e ataques é a de um cão para cada dez habitantes. É difícil precisar quantos animais são abandonados todos os dias. Ainda de acordo com dados do IPAB, 50% dos animais abandonados são de raça, como poodle, cocker spaniel, pastor alemão, rottweiler e fila, que estão entre as que têm maior índice de rejeição.
A veterinária Fabiana Simões Valverde diz que é muito comum pessoas que, ao enfrentarem algum contratempo com o cão, querem 'devolver' o animal. Os motivos são diversos: muita bagunça em casa, aumento das despesas por causa de rações e cuidados com o animal, doença, velhice, mudança. Fabiana sabe disso por experiência própria: ela cria um são-bernardo que foi rejeitado pela antiga dona aos seis meses de idade. "Ele já era enorme, mas um 'bebê' ainda. A dona não aguentou a bagunça em casa", diz.
Por isso, paciência é algo fundamental pra quem quer ter a companhia de um animal em casa. Segundo a veterinária, um cão leva cerca de 15 dias para reconhecer que você é o dono dele e a responder aos seus comandos. Em três meses, ele já deve estar adaptado ao ambiente e obedecer as regras impostas a ele. "Qualquer pessoa pode ensinar regras para o animal", diz Fabiana. Porém, se a situação foge de controle, o ideal é procurar a ajuda do veterinário ou de um adestrador.
Um fator importante a ser levado em conta é custo mensal para um cão de pequeno porte, os mais procurados - em média, de R$ 150, valor que já inclui gastos com ração, banho e tosa. Além do lado financeiro, existe a questão do tempo que a pessoa tem para se dedicar ao animal. "Não adianta deixá-lo trancado o dia todo dentro de casa e só brincar com ele à noite", diz. O ideal é que o cão saia pelo menos duas vezes por dia para passear e fazer suas necessidades na rua. Para quem mora em apartamento e tem pouco espaço, as raças mais indicadas são yorkshire, lhasa apso, shitzu, schnauzer e pinscher. Já quem dispõem de um espaço maior pode arriscar a ter cães como golden retriever, labrador e boxer.
A dica de Fabiana para evitar a atitude extrema de abandonar o cão é simples - embora quase ninguém faça isso na hora de comprar ou adotar um animalzinho de estimação. "Converse com um veterinário. Conheça os hábitos dos animais e tenha em mente qual tipo de companhia você quer ter em casa", afirma.
No teste abaixo, você pode verificar se, realmente, está preparado para receber um cãozinho em casa.