Documentário traz de volta a saudosa TV Manchete - Confira o Teaser

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Angolano que vai entrar no BBB quer morar no Brasil

O angolano Ricardo David Ferreira, o Ricco, que vai entrar na casa do “Big Brother” no domingo, quer ser ator e morar no Brasil, informa a coluna de Patrícia Kogut. Ele já está, inclusive, fazendo aulas de teatro com Camila Amado. Foi Camila quem preparou Grazi Massafera para a televisão: “Mas o Ricco é diferente, vou prepará-lo para fazer teatro, que é o objetivo dele”.

Ricco está morando com uma tia, em Botafogo. Ele viveu quatro anos em Londres e fez faculdade de Letras e Filosofia em Lisboa. “É um rapaz preparado, muito gentil”, diz Camila.

BBB9: Mesmo com paredão formado, Big Fone ira tocar nessa sexta

A rotina do BBB9, geralmente seguida à risca, esta semana está fugindo a todas as regras e espantando os participantes do programa. Na quinta-feira (26), dia da prova do líder, um paredão extraordinário foi formado e colocou Mirla e Francine na berlinda.

Apesar disso, esta sexta-feira (27), dia tradicional do Big Fone, seguirá com o "roteiro normal" e terá a misteriosa ligação trazendo um recado que pode ser bom ou ruim para quem atender.

Os participantes já especularam hoje durante o dia se o telefone iria realmente tocar, já que o paredão está formado e o líder e o anjo já são conhecidos de todos. Mas ao que parece eles podem ainda se surpreender com as regras do jogo que nesta edição mudam constantemente.

Planejamento é essencial antes de fazer pedido de bolsa de estudo

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Planejamento e preparação são essenciais para o estudante conquistar uma bolsa de estudo e aproveitar a oportunidade.

É por isso que a FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo) divulga seus acordos de cooperação com universidades no exterior nas primeiras semanas de aula dos calouros.

Eles só poderão fazer intercâmbio depois do quinto semestre, mas já podem se preparar, destaca o presidente da CCInt (Comissão de Cooperação Internacional) da FEA-USP, Edson Luiz Riccio.

O primeiro passo, diz Ligia Costa, coordenadora da central de intercâmbios da escola de administração da FGV (Fundação Getulio Vargas), é escolher a universidade de destino. É importante verificar se ela está entre as melhores na área de interesse do aluno.

Para Costa, não adianta estudar numa instituição que não agregue nada aos conhecimentos do bolsista.

Depois, o candidato deve checar programas e cursos oferecidos, além dos requisitos exigidos tanto para ser aceito na universidade como para conseguir uma bolsa.

"Não pode deixar para a última hora", lembra Riccio, que recomenda que o estudante estude o idioma do país de destino antes de ir. A fluência é um pré-requisito na maioria dos programas de bolsa.

O estudante precisa consultar, ainda, a universidade em que estuda no Brasil para saber se oferece bolsas, tem acordos com instituições no exterior ou está credenciada em outros programas de benefício.

Caso contrário, o aluno pode buscar órgãos nacionais e estrangeiros que deem o auxílio.

Além disso, é preciso checar se a faculdade reconhecerá os créditos cursados no exterior, mesmo que seja como atividade extracurricular.

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Validação

Quando estava em Coimbra, em Portugal, o estudante de direito Jean Bassoukou, 22, descobriu que, na Europa, os créditos não são medidos em horas, como é feito no Brasil.

"Pedi à secretaria da universidade que me desse um certificado computando não apenas os créditos europeus mas também seu equivalente em horas para que eu entregasse à [Universidade Presbiteriana] Mackenzie na volta", conta.

Conversar com bolsistas e intercambistas é outra recomendação, assim como entrar em contato com a universidade de destino, lembram os especialistas e ex-bolsistas.

É preciso, ainda, providenciar seguro-saúde, caso isso não esteja coberto pela bolsa.

Céu de Londres é invadido por emoticons sorridentes

Nuvens rosas sobrevoaram a cidade para amenizar a depressão trazida pela crise financeira

Um artista britânico decidiu invadir o céu de Londres com 2.057 nuvens rosas em formato de um rosto feliz. A ideia faz parte de uma iniciativa contra o ambiente depressivo que se vive por causa da crise.
“A cada sete minutos, por quatro horas, lançamos uma nuvem que tem vida de meia hora”, explicou a BBC Stuart Semple, um artista de 28 anos que planejou o evento por oito meses.
“Há muito tempo eu queria fazer isso, pois eu via as pessoas muito apagadas e deprimidas. O objetivo desta intervenção artística é contribuir com o bom humor dos cidadãos. E quer coisa melhor para fazer isso do que nuvens rosas e caras felizes?”, acrescentou.
A tecnologia para fabricar as nuvens vem dos Estados Unidos e é 100% segura para o meio ambiente. Um dos organizadores da manifestação artística comentou que se em Londres fizesse mais sol, o impacto seria maior. Porém, o Semple não concordou com a observação. “Estou contente com o tempo porque era justamente isso que eu buscava: um dia miserável para um rosto feliz”, enfatizou o artista.
Na convocação feita a população londrina, o artista enfatizou que “tudo dependia do clima”, já que a tecnologia não funcionaria se houvesse chuvas. “O melhor deste projeto é também a sua fraqueza: é imprevisível. Se houvesse chovido muito, as nuvens não poderiam se formar. O vento também decide o rumo das carinhas”, disse.
Neste sentido, o vento decidiu levar a maioria das nuvens a City, o centro financeiro de Londres. “O que eu mais gosto é a ideia que uma dessas nuvens passe perto de um edifício e um banqueiro veja passar uma carinha feliz pela ventania”, observou.
É difícil saber se as nuvens feitas de espuma de sabão de origem vegetal e gás hélio arrancaram algum sorriso. Porém, em frente ao Tate Modern, onde foi instalada a efêmera exibição, os turistas olhavam surpresos com o atrevimento de encher Londres com mais nuvens, apesar de estas serem cor de rosa.