Evento foi realizado no restaurante Sant'Eustorgio, em Milão.
Documentário traz de volta a saudosa TV Manchete - Confira o Teaser
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Italiano bate recorde ao comer prato de espaguete em 90 segundos
Evento foi realizado no restaurante Sant'Eustorgio, em Milão.
Na 'guerra' do verão, chinelos usam inovação e tênis para atrair consumidor
Distribuição e publicidade também são artifícios para ampliar vendas.
As duas fases do Rider: o modelo antigo (acima), de tira única, e o lançamento da marca.
De olho na chegada do verão, época em que as vendas costumam crescer até 40%, o segmento de sandálias de dedo prepara estratégias para conquistar a preferência do consumidor: mudança de imagem, cuidado na distribuição e até o desafio de fabricar produtos aos quais não estão habituados, como tênis.
O objetivo, segundo executivos do setor consultados pelo G1, é oferecer opções mais abrangentes e abandonar definitivamente o "rótulo" antigo que estabelece que o negócio do mercado de chinelos (ou flip flops, como são chamados pela
indústria) é atender apenas consumidores interessados em dias quentes de sol, praia e descanso.
"Havaianas hoje é um acessório de moda, não é só de praia e verão", diz Rui Porto, consultor de comunicação e mídia da Alpargatas, tradicional fabricante do setor que deve lançar a partir de fevereiro no Brasil e na Europa sua primeira linha de tênis.
"São tênis cobertos de lona, com sola de borracha e muitas características de Havaianas. Você olha pra ele e reconhece as Havaianas lá", explica o executivo. Para o lançamento, os modelos estarão em pontos de venda exclusivos na Europa e na loja conceito da marca na Oscar Freire, em São Paulo.
Em busca do jovem
No caso da Rider, da Grendene, a estreia na produção de tênis esportivos - que já estão disponíveis no mercado brasileiro - é apenas a "ponta" de uma revolução conceitual para abandonar a fama de chinelo “tiozinho” obtida nos últimos anos e firmar posição como marca destinada a jovens ativos, atarefados e sem tempo para descanso.
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"Hoje em dia o jovem é muito crítico, ele sabe que é muito fácil contratar alguém e dizer que usa o produto. A internet não tem muito espaço para mentira e isso é bom"
Nacionalmente conhecidos pela tira única, solado "fofinho" e campanhas publicitárias embaladas por hits que remetiam à sombra e água fresca, a Rider renova o produto e aposta ainda em chinelos de duas tiras que em nada lembram o produto dos velhos tempos, e papetes.
"Antes o mote da marca era 'dê férias para os seus pés', mais voltado para o relaxamento e descanso físico. Agora nossa proposta conceitual é de uma marca mais ativa: 'enjoy the ride'" (algo como aproveite a viagem, em inglês), explica João Batista Cabral de Melo, gerente de marketing da marca que chegou a ser líder de vendas em sandálias de dedo nos anos 80.
"Esse posicionamento de descansar e colocar os pés para cima distanciou a marca do jovem atual, que quer viajar e sair com os amigos", diz o executivo. ”A Rider está se rejuvenescendo e se revitalizando”.
O modelo Ipanema Shine, fechado atrás.
Mudou também o modo de divulgar o produto: em vez das campanhas caríssimas com hits e figuras famosas como o tenista Gustavo Kuerten, a empresa se concentra em peças publicitárias mais curtas na internet e TV a cabo.
"Hoje em dia o jovem é muito crítico, ele sabe que é muito fácil contratar alguém e dizer que usa o produto. A internet não tem muito espaço para mentira e isso é bom no final das contas, porque nos obriga a ser muito verdadeiros em tudo o que fazemos no marketing", diz Cabral de Melo.
A experiência de mudança de imagem já foi aplicada e bem-sucedida pela marca-irmã Ipanema, também da Grendene. Criada em 2001, a Ipanema investiu pesado a partir de 2007 para conquistar "aura" de produto de moda: campanhas publicitárias, estampas fashion, detalhes inovadores.
"A marca nasceu em 2001 e por um período teve o apoio de Gisele Bundchen. Até 2006 separou, Gisele virou uma licença separada a Ipanema assumiu a força de ser uma sandália de verão. Este ano talvez seja o nosso momento de maior maturidade", explica Pedro Adamy, supervisor de marketing da linha Ipanema. Para o verão, o carro-chefe da marca promete ser a linha Shine, com sandálias fechadas e um tamanco.
"Já está nas lojas e devemos começar a campanha publicitária mais para o meio ou fim de dezembro", afirma.
Diversidade
Para o consultor de comunicação e mídia da Alpargatas, Rui Porto, a entrada da Havaianas no mercado de tênis reflete tendência natural da empresa de buscar espaço em novos produtos e que deve ser consolidada nos próximos anos.
“Quando as marcas quando atingem um nível de maturidade icônico no Brasil, como é o nosso caso, tem que oferecer mais coisas mesmo. Mas a gente é muito cuidadoso na hora de lançar: o tênis envolveu pesquisas com o consumidor de diversas partes do mundo para saber o que eles queriam”, diz Porto, que ressalta que a Havaianas já vende desde o ano passado uma linha de toalhas e bolsas.
De acordo com Batista, da Rider, a marca sempre foi inspirada na tecnologia para calçados esportivos: os chinelos macios dos anos 80, por exemplo, seguiam a “febre” dos tênis tipo air da época, com enormes sistemas de absorção de impacto.
Agora, a moda é ser “slim”: tênis, chinelos e papetes Rider são mais finos e discretos. “Temos a intenção de continuar ampliando para outros tipos de produto. Mas no futuro tem várias coisas previstas. A marca quer estar presente no caminho do consumidor”, afirma.
Ao alcance do consumidor
Outro artifício usado pelas fabricantes de chinelo é o gerenciamento das redes de distribuição: se antes o objetivo era vender o produto em massa por meio do varejo e supermercados, a estratégia agora é de segmentação: cada tipo de sandália pede um ponto de venda diferente.
"Nos supermercados nós colocamos os produtos que são os mais básicos. Os mais elaborados ficam para canais mais sofisticados, como boutiques e lojas de sapatos", diz Pedro Adamy, da Ipanema.
Segundo a Havaianas, 20% das vendas são feitas em canais diretos, como boutiques, franquias e lojas de departamento. A maior parte é vendida por atacadistas.
"Para produtos de maior valor agregado, como sandália customizada com swarovski, tem que ter canal de butique. Para auto-serviço reservamos a slim, a top, a tradicional", diz Porto, da Havaianas.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Carro de 200.000 cavalos de potência quer o título de mais rápido do mundo
Protótipo quer alcançar a velocidade máxima de 1.693 km/h.
Logo após o anúncio de lançamento em 2011 do Bloodhound, protótipo construído pela equipe britânica que também foi responsável pela criação do Thrust SSC (veículo recordista em velocidade com 1.228 km/h), o Aussie Team divulgou o desenvolvimento do Aussie Invader R5 que quer alcançar 1.693 km/h. Caso a meta seja alcançada, o veículo será o mais rápido do mundo, já que a velocidade máxima estimada para o Bloodhound é de 1.690 km/h.
Aussie Invader R5
Veja como fazer a troca de pneus de forma segura
Especialista mostra na pista o que é mais indicado. Assista ao vídeo.
A manutenção preventiva do carro envolve, principalmente, os pneus. Neste período de férias, quando os motoristas utilizam estradas e rodovias com mais frequência, o cuidado com esses componentes deve ser redobrado.
Para evitar dor de cabeça e garantir a segurança de todos a bordo, o indicado é fazer o rodízio dos pneus a cada 10 mil km, no máximo. Desta forma, o motorista garante o desgaste homogêneo dos quatro pneus.
No entanto, é muito comum que um par sofra um desgaste maior do que o outro e, por isso, na hora de fazer a troca o proprietário do veículo compra apenas dois pneus. Então surge a dúvida: o mais indicado é colocar o par novo no eixo dianteiro ou no traseiro?
Para responder a esta pergunta, o G1 foi ao campo de provas da Pirelli, no interior de São Paulo, e convidou o piloto de desenvolvimento César Urnhani para fazer o teste. Assista ao vídeo.
Antes, um alerta. “Se um par sofreu um desgaste maior do que o outro, significa que o motorista não obedeceu o prazo correto do rodízio ou nem o fez”, afirma o piloto. “O momento da troca é indicado por um ponto de borracha que fica entre os sulcos na direção da inscrição TWI, localizada na lateral do pneu. Se este ponto está encostando no chão é sinal que está na hora de fazer a troca."
Mas se a dica chegou tarde e somente dois pneus estão desgastados, vamos para pista fazer o teste. Na primeira volta, o piloto optou pelos pneus usados na dianteira e os pneus novos na traseira. "Muita gente afirma que está é a configuração mais segura para o carro", diz Urnhani. Logo na primeira curva, em quarta marcha, a 70 km/h e em pista molhada, é possível sentir o carro perdendo a aderência. "Por meio do volante o motorista é informado de que a dianteira está querendo sair, mas o veículo não chega a fugir do controle."
Na segunda curva do circuito, um pouco mais fechada, o piloto dá um 'golpe' no volante e tira o pé do acelerador. Mesmo com o carro forçando um pouco a dianteira, o veículo conclui a trajetória sem escapar.
De volta à oficina, a ordem é invertida. Os pneus bons vão para a dianteira e os pneus meia vida para a traseira. "A sensação de segurança é muito melhor do que na situação anterior, porque o volante transmite a aderência das rodas dianteiras para quem guia", afirma o piloto. Mas ao entrar na primeira curva o carro já sai de traseira e exige habilidade do condutor para evitar que o veículo rode na pista. "A diferença neste caso é que o motorista não sente a traseira escapando e quando vê já é tarde."
Na segunda curva, rodar foi inevitável. "Ainda bem que estamos em um campo de provas. Se fosse na estrada nós estaríamos em uma situação bem ruim", diz Urnhani. "Portanto, os pneus novos devem ser colocados no eixo traseiro do carro e os pneus usados na dianteira e essa recomendação serve tanto para os veículos com tração dianteira, quanto para os de tração traseira."